26.05.2008
A cara lavada sem nenhum tipo de pintura, de sempre. O jeans surrado diário. A velha blusa branca de todo dia. No cabelo um pouco de ousadia, soltará-o.
Fez os mesmo caminho de toda segundaterçaquartaquintaesexta, mas sem o barzinho pós-aula de toda sexta.
Os mesmos telefonemas, as mesmas pessoas, com poucos acréscimos e algumas ausências, mas a base era mesma.
Não tinha música e, incrivelmente, aquele burburinho de várias pessoas falando não me dava agonia.
E o calor, se duvidar, até contribuia.
Aaaah, queridos! Duvido se tem alguém que me desminta, ontem eu me fiz bonita como há muito tempo não queria ousar.
Culpa da felicidade que por não caber no coração convertia-se em brilho nos olhos.
Fez os mesmo caminho de toda segundaterçaquartaquintaesexta, mas sem o barzinho pós-aula de toda sexta.
Os mesmos telefonemas, as mesmas pessoas, com poucos acréscimos e algumas ausências, mas a base era mesma.
Não tinha música e, incrivelmente, aquele burburinho de várias pessoas falando não me dava agonia.
E o calor, se duvidar, até contribuia.
Aaaah, queridos! Duvido se tem alguém que me desminta, ontem eu me fiz bonita como há muito tempo não queria ousar.
Culpa da felicidade que por não caber no coração convertia-se em brilho nos olhos.
Marcadores: Valsinha - Chico Buarque

3 Comments:
Belíssimo texto.
Belíssimo dia.
Minha irmã não perde essa mania de me emocionar :*
Que lindo isso. Uma leveza poética invejável. E essa música é tão, tão perfeita =]
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