segunda-feira, agosto 28, 2006

Acabo de me deparar com a doce realidade de que certos frescores ainda não foram sintetizados em pastilhas, gomas de mascar ou cremes dentais. Ainda há um certo tipo desses que a indústria não forjou a partir de derivados de carbono, flúor e aromatizantes artificiais. Graças a uma divindade qualquer, ainda há algo que se possa buscar fora das prateleiras de supermercados, farmácias e e-bays da vida.

Far-lhe-ei oferendas, ao cair do sol, ao sabor da brisa de Copacabana.